Pelas lágrimas divinais, livrai-me dos invejosos e da mão dos criminosos e dos laços do satanás. Para botá-los pra traz, Deus na frente, paz na guia, Ó Santa Virgem Maria. Continuamos enxugando gelo, ensacando fumaça e detestando as bruxas do eixo do mal. “No creo en las brujas, pero que las hay, las hay”.
Se o contrato atrai o rato, acabemos com o contrato, porque com o rato não tem jeito não. Cumprir contratos morais e sociais é arriscar-se a ser jogado na jaula para os gorilas. Isto ofende, humilha e é um prato feito para a matilha que, outra coisa não faz, a não ser atacar a fera indefesa. Quem não é do esquema, agride, desagrega e desestabiliza o rato-mor. A cega corrida pelo queijo público é em tudo compatível, por mais que rosnem os roedores, miem os gatos e ladrem os cães. É a relação infecciosa entre o vírus e o portador. Dona Justa vem aí, lá,lá,lá,lá,lá,lá. Dona Justa vem aí, lá,lá,lá,lá,lá,lá.
O mundo da fauna labora para ele próprio, legisla para ele mesmo, cuida do seu próprio menu, com exceções que apenas confirmam a regra. O sensato se omite. A coisa rola. O contribuinte contribui, o covarde se acovarda e o bofe veste o chapéu. Crise de auto-estima. Surta e se esbalda.
Nesse vácuo a persuasão introduz a perversidade, sobretudo aos pobres, negando a realidade das longas filas, falta de equipamentos e remédios, enchentes invadindo áreas onde nunca invadiram e insumos superfaturados. Mãos à obra. O bofe que se acostumou com a boquinha pública não aceita outra forma de defender o leite das crianças. A integridade exige ética. E, ao lado ético o inimigo é a corrupção, o nepotismo, a propina e etc.. Sai daí Bofe, antes que alguém o faça correr como cão atropelado.
Os privilégios imorais e indecentes não se tornam mais aceitáveis ou menos odiosos só porque fazem parte de um contexto cínico, pela ação dos cupins da causa própria do chatô da Filombeta, enchendo a burra e rindo de nós trouxas. E nós, embora trouxas, não podemos permitir que a divisão do “cascaio” entre Georginas, Filomenas, Keromeus, Quinzinhos e outros, seja obra dos abutres para atender ao apetite da tigrada.Torcemos para que os “cabeças” leiam estas palavras e, ainda que por um segundo, fiquem furiosos, se ofendam, calem-se, rasguem o jornal e nos odeiem, tanto quanto nós os odiamos.
E, para completar, louvem Saddam. Ele era um amor de pessoa. Seu enfermeiro disse que o tirano era delicado e piedoso. Gostava de regar, toda manhã, as plantas que habitavam seu calabouço, alimentava com carinho os passarinhos com as sobras das refeições. Exmo. Sr Cháveco, canonize Saddam! Ele é um anjo como você! A vida toda preparou a forca para os adversários. Prepare um altar para ele. Amanhã poderá estar ao seu lado na capela do inferno. E agora, pode se lavar, o sabonete está no banheiro.
Argumente. O mundo será diferente.