- Menu
» Página Inicial
» Apresentação
» Check List
» Radio CBN
» Crônicas
» Notícias
» Twitter
» Rabo de Foguete
-
Jornal Virtual
- Colabore
Nome:
E-Mail:
Sugestões
- Crônicas
Boca no mundo

Frase usada, constantemente, quando sentimos ameaçados em nosso direito e integridade ou queremos chamar a atenção de quem não se preocupa com coisas lógicas e óbvias em relação a seus deveres para com a sociedade, exceto nos momentos de interesses eleitorais.
Embora a frase tenha aparência de forte e agressiva, devemos interpretá-la como o brado puro do grito legítimo do cidadão desejoso de sentir e ver suas prerrogativas respeitadas.
Por isso, hoje botamos a “boca no mundo” para mais uma vez lembrar autoridades, imprensa e população sobre a estrada que liga Pirassununga a Cachoeira de Emas.
O tempo passou.
O acidente e as vítimas foram esquecidos. As famílias já não mais recebem as condolências nem os oportunistas se manifestam.
E agora? Vamos esperar por mais desastres e mortes para voltarmos ao assunto? Vamos retomar os discursos demagógicos de olho nas eleições municipais de 2004?
A Administração Pública procurou por autoridades governamentais, reivindicou, exigiu providências, mas nada de concreto até agora foi apresentado. Sabemos da complexidade do assunto, mas não podemos nos conformar com a evasão de recursos para obras de menor prioridade, ao invés de se tentar uma parceria com o Estado.
A população quer saber o andamento e as informações sobre a questão para tirar suas conclusões e proceder ao julgamento das atitudes de administrativas tomadas.O contribuinte cumpre com seus deveres e quer a reciprocidade do poder.A comunidade precisa estar informada para que possa insistir e não se calar diante do esquecimento do perigo que a rodovia traz a quem por ela trafega. A massa quer informações, mas não “conversa mole para boi dormir”.
Precisamos que a cidade se desenvolva e progrida, mas estas questões devem e têm que se realizar com um avanço equilibrado no que concerne à qualidade de vida local. A não observância destes quesitos pode custar um preço muito alto à comunidade.
Que a ânsia e a precipitação de trabalho, não provoquem um retorno desenvolvimentista ingrato e irreversível, o qual vise apenas render frutos eleitorais.Os projetos de turismo cantados em prosa e verso ficaram somente na prosa e no verso.
A Rodovia Euberto Nemézio Pereira de Godoy tem e deve ser uma preocupação e um objetivo constante nas metas delineadas nos planos de melhoria de vidas da população e dos turistas que ali chegam.
Não podemos esmorecer. Temos que continuar lutando para que a reivindicação seja atendida.
Para isso, temos que botar a “BOCA NO MUNDO”.

- Buya
- Buya

Buya ©.Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução do conteúdo desta
página em qualquer meio de comunicação.