- Katinguá – urgente. Hei cara pálida, prepare-se! Chegou o homem-bomba da facção Al- Jibeira! Promete bomba e espalha diarréia. Abra seus braços, estenda suas mãos. Em Tesouro e água benta todo mundo mete a mão. Bicho feroz, no interesse muda de voz. Em “Apollo13”, ouve-se Tom Hanks exclamar: Houston, estamos à deriva! Entender o Katinguá é crucial. Casa do Amém vereia inconstitucionalmente. Regimento vencido, pupilos calados. Blindar é preciso. Mama mamadô, mama! “Bem vamos embora, que esperar não é saber. Quem sabe faz a hora, não espera acontecer.”
- Bixin: 2005, lambança geral. 2009, lambão cara de pau. Buya neles!!!
- É Chefe, de tanto ver vencer as nulidades, Buya deu certo.
- Bixin, para que se guarda se não se mexe?
- Buya, você acha que sou um porco na jaula usando antibióticos?
- Bixin, gandaia tem limites. Não arranque mandioca com o focinho, não ronque na pocilga. Lembremos: Fernando Collor, o defensor dos descamisados foi despejado pelas rodas de um Fiat Elba. O mensalão perdeu o charme numa cueca sambacanção. Saddan Hussein patinava na maionese. Escorregou e foi pra cucuia. Adolf Eichmann, o criminoso mais procurado do século passado, escondeu-se na periferia pobre de Buenos Aires e foi descoberto por um cego. Os alemães fingiam procurá-lo. A Argentina fingia não ver. O cego viu. Maracutaia simples é coisa perigosa, quando executada por mãos despreparadas, ela trás complicações gigantescas. Se patuá fechasse corpo, lagartixa viveria sem rabo. Tirano é quem usa o bem dos governados como se fosse seu. Não existe treta perfeita, existe treta mal investigada. Há uma teoria segundo a qual nunca vemos os mesmos rios. Eles estão sempre passando, a água que neles corre não é a mesma de ontem nem de cinco minutos atrás.
- Buya não veio pra fazer vítimas, Buya veio pra fazer história.
Argumente. O mundo será diferente.